Vista aérea de Florianópolis com a ponte, a baía e os morros da Ilha

Pontos turísticos em Florianópolis

A ponte, o mercado, as fortalezas do século XVIII, as vilas açorianas, as dunas, as lagoas e as ilhas que só se alcançam de barco. Reunimos 15 atrações de Floripa com contexto histórico, o que esperar de cada uma e como chegar.

Panorama

O que ver em Florianópolis além das praias

Florianópolis é conhecida pelas praias, mas os pontos turísticos que contam a história da cidade estão em outro lugar: no Centro fundado como Nossa Senhora do Desterro em 1673, nas freguesias criadas pelos casais açorianos entre 1748 e 1756 e no sistema de fortalezas erguido a partir de 1739 para defender a entrada das baías.

A cidade ocupa 675 km², dos quais cerca de 424 km² estão na ilha, ligada ao continente por três pontes. Isso muda a lógica do passeio: não existe um centro turístico único, e sim polos separados por 20 a 40 minutos de estrada — mais na alta temporada. Organizar as visitas por região é o que decide se você conhece muito ou passa o dia no trânsito.

Abaixo estão as atrações agrupadas por tipo, com o que cada uma é de fato, o que esperar na visita e como chegar. Use os filtros para ver só o que é gratuito, o que funciona com crianças ou o que depende de barco.

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Que tipo de passeio você procura?

Centro histórico

Os cartões-postais urbanos de Florianópolis

O Centro concentra os símbolos mais reconhecíveis da cidade e é a área mais fácil de visitar a pé: a ponte, o mercado, a praça e os casarões públicos ficam a poucos quarteirões uns dos outros.

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Ponte Hercílio Luz

O símbolo da cidade: a maior ponte pênsil em vigas rígidas do Brasil, aberta a pedestres e ciclistas.

Inaugurada em 1926, a Hercílio Luz foi por décadas a única ligação entre a Ilha e o continente. Ficou fechada por mais de trinta anos para restauro e reabriu para travessia a pé e de bicicleta, sem carros.

É o cartão-postal mais fotografado de Florianópolis. À noite recebe iluminação cênica e aparece no horizonte de quase toda a orla do Centro e do Estreito.

Como visitar

  • A travessia é gratuita e feita apenas a pé ou de bicicleta.
  • O acesso mais simples é pela cabeceira insular, no Centro, perto da Beira-Mar e do Mercado Público.
  • A vista melhora no fim da tarde, quando o sol cai atrás do continente.
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Mercado Público de Florianópolis

Peixarias, produtos açorianos e os bares mais tradicionais da cidade em um prédio de 1899.

O Mercado Público funciona desde 1899 no coração do Centro, com uma segunda ala acrescentada em 1931. O bloco antigo reúne bares históricos, restaurantes e lojas de artesanato; o bloco novo concentra as peixarias e os hortifrútis.

É onde a cidade se encontra no fim da tarde: mesas na calçada, chope, pastel de camarão e sequência de frutos do mar. Também é o melhor lugar para comprar temperos, conservas e produtos da maricultura local.

Como visitar

  • Fica ao lado do Terminal Cidade de Florianópolis (TICEN), com ônibus de toda a cidade.
  • Abre de segunda a sábado; os bares costumam esticar mais nas noites de sexta.
  • A entrada é gratuita — você paga só o que consumir.

Onde comer em Florianópolis →

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Praça XV de Novembro e Catedral Metropolitana

A figueira centenária, o marco zero da antiga Desterro e a catedral no ponto mais alto do Centro.

A Praça XV é o centro cívico da cidade desde os tempos de Nossa Senhora do Desterro. No meio dela está a figueira-benjamim plantada em 1891, envolta na lenda de dar sorte a quem passa três vezes por baixo dos galhos.

Em volta da praça ficam a Catedral Metropolitana, o Palácio Cruz e Sousa, a Alfândega e a Casa da Alfândega — um conjunto que resume três séculos de arquitetura oficial da Ilha.

Como visitar

  • Tudo é caminhável: praça, catedral e museus ficam no mesmo quarteirão.
  • A visita combina bem com o Mercado Público, a cinco minutos a pé.
  • Área gratuita e movimentada em dias úteis; nos domingos fica mais vazia.
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Palácio Cruz e Sousa

Antiga sede do governo de Santa Catarina, hoje Museu Histórico do Estado.

O palácio de arquitetura eclética, na Praça XV, foi por muito tempo a sede do governo catarinense. Hoje abriga o Museu Histórico de Santa Catarina, com salões preservados, mobiliário de época e acervo sobre a formação do estado.

O nome homenageia o poeta simbolista João da Cruz e Sousa, nascido em Desterro em 1861 — uma das figuras mais importantes da literatura brasileira.

Como visitar

  • Fica na Praça XV, no mesmo roteiro a pé da catedral e do mercado.
  • Visita guiada disponível; confira os horários no dia, pois variam.
  • É uma boa alternativa para dias de chuva.

Freguesias açorianas

As vilas históricas da Ilha

As antigas freguesias fundadas pelos casais açorianos no século XVIII mantêm igrejas, casario colorido e uma cozinha própria — hoje são o passeio de meio período mais tradicional de Floripa.

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Santo Antônio de Lisboa

Casario açoriano tombado, restaurantes de frente para a baía e o pôr do sol mais famoso da Ilha.

Fundada por açorianos em meados do século XVIII, Santo Antônio de Lisboa é a freguesia mais bem preservada de Florianópolis. O núcleo histórico é tombado e mantém as casas de janelas coloridas viradas para a baía norte.

A Igreja de Nossa Senhora das Necessidades, do século XVIII, é o marco da vila. Em volta há ateliês de cerâmica, renda de bilro e uma sequência de restaurantes especializados em ostras e frutos do mar.

Como visitar

  • Fica a cerca de 15 km do Centro, pela SC-401.
  • O melhor horário é o fim de tarde: o sol se põe exatamente sobre o continente.
  • Vá com calma na temporada — o estacionamento na vila é limitado.

Guia de Santo Antônio de Lisboa →

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Ribeirão da Ilha

A freguesia mais antiga da Ilha e o principal polo de cultivo de ostras do Brasil.

O Ribeirão da Ilha foi uma das primeiras freguesias criadas pelos açorianos e conserva um conjunto arquitetônico colonial praticamente intacto, com a Igreja de Nossa Senhora da Lapa voltada para o mar de dentro.

As águas calmas do canal entre a Ilha e o continente fizeram do Ribeirão o centro da maricultura catarinense. Santa Catarina é o maior produtor de ostras do Brasil e boa parte sai daqui, servida fresca nos restaurantes à beira d'água.

Como visitar

  • Fica a cerca de 30 km do Centro, pela via expressa Sul — reserve tempo para o trânsito.
  • A rua principal é estreita e de mão dupla; dirija devagar.
  • Vale combinar almoço de ostras com caminhada pelo casario.

Guia do Ribeirão da Ilha →

Natureza e mirantes

Lagoas, dunas e vistas panorâmicas

Fora das praias, a Ilha guarda dunas, lagoas de água doce, parques municipais e mirantes que explicam a geografia da cidade melhor do que qualquer mapa.

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Mirante do Morro da Cruz

A vista mais completa da cidade: as duas baías, as três pontes e o continente de uma só vez.

No alto do Morro da Cruz, o mirante entrega a leitura mais clara da geografia de Florianópolis: de um lado a baía norte e o continente, do outro a baía sul, com as três pontes alinhadas no meio.

É o ponto mais alto de acesso fácil perto do Centro e o melhor lugar para entender como a cidade se divide entre ilha e continente.

Como visitar

  • O acesso é por estrada asfaltada; dá para subir de carro ou aplicativo.
  • Prefira ir de dia e em grupo, e informe-se sobre as condições do acesso antes de subir.
  • Não há estrutura de alimentação no mirante.
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Lagoa da Conceição

A lagoa de água salobra que virou o coração boêmio da Ilha, com esportes náuticos e vida noturna.

A Lagoa da Conceição é o maior corpo d'água da Ilha e o bairro mais movimentado fora do Centro. Na água acontecem stand up paddle, kitesurf e travessias de barco; em volta, restaurantes, bares e a feirinha do centrinho.

O Mirante do Ponto de Vista, na subida da rodovia, mostra a lagoa inteira emoldurada pelas dunas — é parada obrigatória de quem chega pela primeira vez.

Como visitar

  • Cerca de 12 km do Centro, pela SC-404.
  • Estacionar no centrinho é difícil na alta temporada; considere ir de ônibus ou aplicativo.
  • O mirante fica no caminho, com área para parar o carro.

Guia da Lagoa da Conceição →

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Dunas da Joaquina

O campo de dunas entre a Lagoa e a Joaquina, palco tradicional do sandboard em Floripa.

As dunas ligam a Lagoa da Conceição à Praia da Joaquina e formam a paisagem mais inusitada da Ilha: areia branca movida pelo vento nordeste, cercada de mata e mar.

É o lugar clássico do sandboard em Florianópolis, com pranchas alugadas na base das dunas. Também é um dos melhores pontos para ver o pôr do sol sobre a lagoa.

Como visitar

  • Área de preservação: circule apenas pelos acessos permitidos.
  • Leve água, protetor solar e calçado que possa entrar na areia.
  • A subida é cansativa — no verão, prefira o fim da tarde.

Praia da Joaquina →

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Parque Municipal da Lagoa do Peri

A maior lagoa de água doce da costa catarinense, dentro de um parque de Mata Atlântica preservada.

A Lagoa do Peri é o manancial de água doce que abastece parte do Sul da Ilha e está protegida por um parque municipal. A água é doce, calma e rasa na entrada — a melhor opção da cidade para crianças pequenas.

Em volta há trilhas na Mata Atlântica, incluindo o caminho até o antigo engenho e a trilha que segue para a Praia da Armação.

Como visitar

  • Fica na SC-406, entre o Campeche e a Armação.
  • Há área de churrasqueiras, banheiros e estacionamento na entrada principal.
  • É proibido usar embarcações a motor na lagoa.

Fortalezas

O sistema de fortificações do século XVIII

Construídas a partir de 1739 para defender a entrada das baías, as fortalezas de Florianópolis foram restauradas e hoje funcionam como museus a céu aberto sob guarda da UFSC.

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Fortaleza de São José da Ponta Grossa

A fortaleza mais acessível da Ilha, entre Jurerê e a Praia do Forte, com vista para a baía norte.

Erguida a partir de 1740 para proteger a barra norte, a São José da Ponta Grossa foi restaurada nos anos 1990 e é hoje a fortaleza mais visitada de Florianópolis — a única que se alcança de carro.

O conjunto reúne casa do comandante, quartel da tropa, paiol, capela e a bateria de canhões voltada para o mar. Há um pequeno museu com peças encontradas nas escavações.

Como visitar

  • Acesso por estrada, entre Jurerê e a Praia do Forte, no Norte da Ilha.
  • Administrada pela UFSC; cobra ingresso e tem horário de visitação definido.
  • Leve chapéu: boa parte do percurso é a céu aberto.
Baía NorteHistóricosDe barco

Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim

A maior e mais antiga do sistema de defesa, numa ilha alcançada só por escuna.

Iniciada em 1739, Anhatomirim foi a sede do comando das fortificações da Ilha de Santa Catarina. Ocupa uma ilha inteira na baía norte e mantém o casario militar, a capela e a praça de armas restaurados.

A visita é feita quase sempre dentro dos passeios de escuna que saem de Canasvieiras e da região de Governador Celso Ramos, muitas vezes combinados com a Baía dos Golfinhos.

Como visitar

  • Só se chega de barco — normalmente em passeios de escuna com horário fixo.
  • O roteiro completo costuma levar o dia inteiro.
  • A saída depende das condições do mar; em dias de vento sul pode ser cancelada.
Baía NorteHistóricosDe barco

Fortaleza de Santo Antônio de Ratones

A menor e mais tranquila das três, na Ilha de Ratones Grande.

Também iniciada em 1740, a Santo Antônio de Ratones completava o triângulo de defesa da barra norte junto com Anhatomirim e Ponta Grossa. Restaurada pela UFSC, é a menos visitada e, por isso, a mais silenciosa.

A ilha em volta preserva mata nativa e serve de área de pesquisa, o que dá ao passeio um caráter mais contemplativo.

Como visitar

  • Acesso exclusivamente por embarcação, a partir de Sambaqui ou Canasvieiras.
  • Confirme antes se a fortaleza está aberta à visitação no dia.
  • Não há restaurante na ilha: leve água e lanche.

Passeios de barco

Atrações que só se alcançam pela água

Parte dos lugares mais bonitos da Ilha não tem acesso por estrada. A travessia de barco faz parte da experiência — e, em alguns casos, é a única forma de chegar.

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Ilha do Campeche

Sítio arqueológico com inscrições rupestres, mar transparente e visitação limitada por dia.

Tombada como Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional, a Ilha do Campeche reúne inscrições rupestres deixadas por povos que ocuparam o litoral há milhares de anos, uma praia de areia branquíssima e trilhas guiadas na mata.

O número de visitantes por dia é limitado e a reserva é obrigatória, feita por voucher antes do embarque. É o passeio mais controlado — e mais preservado — de Florianópolis.

Como visitar

  • Barcos saem da Armação, do Campeche e da Barra da Lagoa.
  • Reserva antecipada obrigatória; sem voucher não há desembarque.
  • Leve dinheiro, água e comida: a estrutura na ilha é mínima.

Guia completo da Ilha do Campeche →

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Costa da Lagoa

Vila de pescadores sem acesso por estrada, alcançada de barco pela Lagoa da Conceição ou por trilha.

A Costa da Lagoa é uma comunidade tradicional encravada no morro, na margem norte da Lagoa da Conceição, sem ligação rodoviária. O transporte oficial dos moradores é o barco — que funciona como linha regular e também leva visitantes.

Na chegada há restaurantes de frutos do mar sobre a água, cachoeiras a poucos minutos de caminhada e o caminho de pedra que atravessa a vila inteira.

Como visitar

  • Os barcos saem do centrinho da Lagoa da Conceição, com horários fixos.
  • Confira o horário do último barco de volta antes de almoçar.
  • Quem prefere caminhar pode chegar pela trilha que sai do Canto dos Araçás.

Guia da Lagoa da Conceição →

Casario açoriano colorido em Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis

Herança açoriana

A cidade que existia antes do turismo

Boa parte dos pontos turísticos de Florianópolis não foi construída para visitantes: são igrejas de freguesia, fortalezas militares e mercados de abastecimento que sobreviveram e viraram atração. Entender essa origem muda a forma de olhar cada um deles.

Ler a história de Florianópolis

Como organizar

Agrupe as atrações por região e perca menos tempo na estrada

Em Florianópolis a distância engana: vinte quilômetros podem levar vinte minutos numa terça de março e mais de uma hora num sábado de janeiro. Estes quatro blocos evitam atravessar a Ilha duas vezes no mesmo dia.

Um dia no Centro histórico

Comece pelo Mercado Público, siga para a Praça XV, a Catedral e o Palácio Cruz e Sousa, almoce no mercado e termine atravessando a Ponte Hercílio Luz a pé no fim da tarde. Tudo a pé, sem carro.

Um dia no Norte da Ilha

Fortaleza de São José da Ponta Grossa pela manhã, praia em Jurerê ou Daniela no meio do dia e pôr do sol com ostras em Santo Antônio de Lisboa. De carro, o trajeto inteiro roda pela SC-401.

Um dia no Leste

Mirante do Ponto de Vista, dunas e sandboard, almoço no centrinho da Lagoa e barco para a Costa da Lagoa à tarde — ou o caminho inverso, se o vento estiver forte nas dunas.

Um dia no Sul

Lagoa do Peri de manhã, almoço de ostras no Ribeirão da Ilha e caminhada pelo casario colonial. Some a Armação e o Pântano do Sul se sobrar tempo.

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Lagoa da Conceição ao entardecer, em Florianópolis

E as praias

As praias entram no mesmo roteiro

Quase toda atração desta página fica a poucos minutos de uma praia. Nosso comparador cruza mar, vento, sombra, estrutura e estacionamento para mostrar quais combinam com o seu dia e com a região que você já vai visitar.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre os pontos turísticos de Floripa

Quais são os principais pontos turísticos de Florianópolis?
Os mais procurados são a Ponte Hercílio Luz, o Mercado Público, a Praça XV com a figueira centenária, as vilas açorianas de Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha, a Lagoa da Conceição, as Dunas da Joaquina, a Fortaleza de São José da Ponta Grossa e a Ilha do Campeche.
Quantos dias são necessários para conhecer os pontos turísticos de Floripa?
Três dias cobrem o essencial: um dia no Centro histórico, um no Norte (fortaleza e Santo Antônio de Lisboa) e um no Leste ou no Sul. Para incluir a Ilha do Campeche e a Costa da Lagoa, conte cinco dias, porque cada passeio de barco consome um turno inteiro.
Quais pontos turísticos de Florianópolis são gratuitos?
A travessia da Ponte Hercílio Luz, o Mercado Público, a Praça XV, o Mirante do Morro da Cruz, as Dunas da Joaquina e os núcleos históricos de Santo Antônio de Lisboa e do Ribeirão da Ilha não cobram entrada. Fortalezas e passeios de barco têm custo.
O que fazer em Florianópolis em dia de chuva?
O Centro resolve bem: Mercado Público, Museu Histórico no Palácio Cruz e Sousa, Catedral Metropolitana e os cafés e restaurantes do entorno ficam a poucos quarteirões um do outro e funcionam com qualquer tempo.
Dá para conhecer os pontos turísticos de Florianópolis sem carro?
No Centro, sim — tudo é caminhável e servido pelo terminal urbano. Para Norte e Sul da Ilha o ônibus funciona, mas exige integração nos terminais e mais tempo de deslocamento; aplicativos costumam compensar em grupo.
Qual a melhor época para visitar as atrações de Florianópolis?
Março, abril, outubro e novembro reúnem dias quentes, mar ainda agradável e trânsito muito menor que em janeiro. Na alta temporada os mesmos passeios levam o dobro do tempo por causa do deslocamento.
Ana Ramos, Editora do ILoveFloripa

Ana Ramos

Editora do ILoveFloripa

Sou catarinense e moro em Florianópolis há mais de dez anos. Cheguei para uma temporada e nunca mais quis ir embora. Escrevo sobre viagens movida por curiosidade: conheço a ilha de ponta a ponta, das praias do Leste aos bares do Centro histórico, sempre atrás das dicas práticas que fazem diferença na viagem. Nas horas livres, você me encontra numa trilha de costão, testando uma padaria nova ou esperando o pôr do sol na Praia Mole. Escrevo cada guia como se fosse para uma amiga que está me visitando.

Conteúdo revisado com base em fontes públicas sobre o patrimônio histórico e natural de Florianópolis. Horários e valores de fortalezas e passeios mudam ao longo do ano — confirme antes de sair.